Para aqueles que já nasceram com o dom de criar não é tão difícil se expressar através de ideias mais concretas que não sejam palavras. No entanto, para os que desejam iniciar neste caminho da criação ou mesmo que por algum motivo precisam deste elemento, já não é tão simples.
As pessoas em geral, nascem com uma tendência a introspecção, ou seja, a guardarem para si suas ideias, desejos, vontades, expressões. E isso é uma aversão ao CRIAR.
Criar é expressar aquilo que se tem de mais íntimo... é trazer da alma as ferramentas para compor uma arte... é sonhar sem estar na cama só com o travesseiro... é trazer a tona seus desejos e concretizar o que expressa sentimentos mais profundos. Desde um layout mais simples (e nenhum layout é somente simples se conter estes elementos) até uma campanha publicitária completa ou mesmo uma obra de arte consagrada, elementos como alma, desejos, sonhos são fundamentais.
Contudo a arte, em diferentes intensidades, faz parte da vida de todos.
A ideia de expressar-se ao mundo, de mostrar um pouco de si naquilo que faz é inevitável. Por exemplo, qualquer opinião que você der, levará um pouco da sua personalidade, vai te dedurar. Só que isso às vezes é algo involuntário. Eis o ponto xis. A arte não precisa ser voluntária. Você não precisa estar a frente da criação, e sim o contrário. A arte, o desejo é que deve levar seus sentidos, não é necessário atribuir uma regra, apenas trace o objetivo e deixe fluir o restante.
É eu sei que na prática há outros elementos que contrariam a teoria. Mas isso porque há mais regras do que arte nas profissões que exigem criação.
Bom, a realidade é que nós artistas somos todos mal compreendidos. Fato!
Contudo, não é por isso que deixaremos de viver com o corpo aquilo que acreditamos com a alma.
E está dito.


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