Insisto na teoria de que criar não tem regras... Se não seria tudo padrão, e fato é que as pessoas ficam cegas para aquilo que estão acostumadas ver e, a intenção publicitária é justamente chamar a atenção.
Mas quero voltar a atenção agora, para essa adversão que nos persegue... produção (quantidade) x criação (arte).
Vos pergunto: Quem quer produção, abre mão de algo bem elaborado? E quem quer arte, um aprofundamento nas intensões do cliente, está ciente de que não deverá delimitar o tempo?
A medida que a tecnologia avança, as pessoas querem mais em menos tempo, exigem mais eficácia de tudo e de todos, e talvez por sermos tão pressionados, nossa forma de agir perante o trabalho se modifica também... Queremos nos manter competitivos no mercado, queremos nos destacar daqueles que somente criam (e isso já é complexo), por isso precisamos agilizar nossa capacidade de criação. Será? Sim, não temos escolha. Se trabalhamos coimo funcionários isso vai ser cobrado de nós, se formos empresários... tempo é dinheiro! Quanto mais camapanhas puder fazer, maior será o retorno. Mas não nos afobemos. Precisamos antes aprimorar a qualidade para depois desenvolver a agilidade. Ainda primo por esta primeira. Não só na criação, mas em tudo! Quero qualidade de vida, qualidade nos relacionamentos, qualidade nos estudos, e por fim no trabalho. Depois posso ver essa questão do RÁPIDO.
Se bem que não posso esperar muito. Pois o rápido e bom já está tão quanto (se não mais) valorizado quanto o ÓTIMO.
E você? Fica com o ótimo ou o rápido?


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